"Esta é a questão. Um prazer que se aprofunda às vezes até comunicar uma ilusão de compreensão íntima do objecto que a causa; um prazer que excita a inteligência, a desafia e lhe faz apreciar a sua derrota; mais, um prazer que pode irritar a estranha necessidade de produzir, ou de reproduzir a coisa, o acontecimento, o objecto ou o estado, ao qual parece irmanado, e que se torna por isso uma fonte de actvidade sem termo certo, capaz de impor uma disciplina, um zelo, tormentos a toda uma vida, e de a preencher, senão mesmo de a transbordar(...)"
sábado, 2 de maio de 2009
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