sábado, 30 de maio de 2009
quinta-feira, 28 de maio de 2009
quarta-feira, 27 de maio de 2009
"Vir'essa boca pra lá"
p.S: Entendo agora porque meu professor de Direito de Família e Sucessões disse que o Brasil é um dos países em que menos se faz testamentos.
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Omitir é afirmar duas vezes.
Cansado de autores.
sábado, 23 de maio de 2009
Linguagem.
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Proust.
domingo, 17 de maio de 2009
"A constituição jovem."
sábado, 16 de maio de 2009
Todo mundo é dois.
Já com Pessoa sinto que convivo com ele. Dá até pra projetar diálogos, enxergar seu estilo de vida. Ter seu autor como favorito é se encontrar nele. Não por mera identificação, mas por interlocução. Ao lê-lo vocês conversam ao ponto de você perceber que o diálogo é entre você e você mesmo, sendo o autor apenas o meio dessa relação.
quarta-feira, 13 de maio de 2009
"O sono é um caminhão."
Descobri recentemente o momento em que apagamos no sono. Esta é uma descoberta incrível, muito maior que a do temaki de salmão com farofa de pistache em que me senti comendo uma arabesque de Debussy. Na verdade não é bem o momento exato, mas sempre antecede a ele, então serve para tirarmos essa dúvida infantil. Quando estiver naquela fase between the click of a light and the start of a dream é só prestar atenção no seu olho, haverá um momento em que parece que há uma camada interna nele que fecha também. Eu chutaria que é minha alma fechando alguma coisa dela lá, mas é presunção demais. Esta é uma informação interessante para aqueles que vão até Roma antes do sono, passeiam pela sua rotina, tentam conceber o disco de um lado só de um conto do Borges, tiram conclusões para toda a vida, anotam sacadas, formam discursos para apresentar a alguém, montam linhas de argumento etc. etc. Nesse fechar da persiana dos olhos convém deslocar o máximo de concentração para o sono, aumentando as chances do caminhão passar.
sábado, 9 de maio de 2009
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Farmácia.
terça-feira, 5 de maio de 2009
O que foi que eu disse? pt. 2
Nesse sentido, a sacada que tenho diante do jogo, ao descobri-lo daquela maneira, traz consigo uma sensação de prazer dada pelo domínio daquele instante da partida, me levando a um raciocínio sobre o que senti, não tanto sobre o racional por trás de toda aquela visualização. Estranho como as sensações, mesmo que só por aquele momento, alocam o sentido que você vai dar às coisas.
O que foi que eu disse?
É como se as ideias fossem formadas sem uma gota de reflexão, com argumentos na forma de imagens, estanques e terminados. Estranho que a reflexão que foge ao senso comum, a crítica, chega à mesma forma quando esgota o tema. A pretensão de esgotamento vicia a reflexão.
