segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Racionalidade limitada.

Depois de uma intoxicação comum de estudos preliminares de qualquer ciência, novos vocabulários, lógicas próprias etc. já pude constatar não subscrevendo a ninguém dessa área (Coase, pessoal de custos de transação, Posner, escolhedores racionais) o seguinte:

"Há mais coisas entre o céu e a Terra do que sonha nossa vã Economia."

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

A estrutura do conhecimento.

Imagino o conhecimento composto por várias salas, cada qual seu tema. A sala do tempo, do trabalho, da ação, da moral etc. Tem gente que acessa essas salas de uma vez só (epifania) mas sai logo em seguida, num persiste. Agora pra toda sala há sempre um poeta jogado num canto injetando heroína, absolutamente todas, sem exceção. Imagino isso por conta dessa frase aqui, oh:

"Seja qual for o caminho que eu escolher, um poeta já passou por ele antes de mim"

Do Freud.

domingo, 2 de agosto de 2009

Por essa eu não esperava

E eu nunca esperei. Das filas e das esperas num consultório havia um amplo espaço de tempo para um total descolamento da realidade. Apesar de gostar muito dela, os pensamentos sempre concorreram acirradamente. A espera pra mim sempre foi um evento, e não aquele devorar de horas sem sentido em que comemos o tempo na expectativa da consumação. Os livros também ajudaram, daí cumprir as burocracias à shakespeare (comédias). A espera é muito agradável pra quem a usa. Ela é o que ainda resta de atoice nesse mundo, como viagem longa de carro, falta de luz ou sensações de domingo.