quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Extinção

Provavelmente abrirei outro blog para enfrentar uma escrita mais séria. A daqui se vale do humor pra refugiar-se da publicação.

Enquanto isso penso na metafísica de um Desalex (Claritin e Allegra - alergia for infantiles).

Não foi tão boa? Ahm, e essa, do Drummond:

"É sempre nos meus pulos o limite."

A minha: "É sempre no insight o meu postit."


quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Help!

Difícil dar credibilidade a um país que as pessoas se dão nomes como "Socorro."

sábado, 26 de setembro de 2009

É o limite.

A descrição mais próxima da celebração da vida que já li:

"Don't stop to think, don't interrupt the scream, exhale, release life's rapture. Everything is blooming. Everything is flying. Everything is screaming, choking on its screams. Laughter. Running. Let-down hair. That is all there is to life."

Gods, Nabokov.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Leituras de

Leitura de praia: biografia.

Leitura de banheiro: Lima Barreto, Mainardi, Francis, Rodrigues ou qualquer coisa que o valha.

Leitura de avião: policial, Chesterton, Holmes, Wodehouse.

Leitura de estudo: filosofia ou qualquer ciência digna.

Leitura de-vagar: clássicos.

Leitura pra entender mulheres:

Leitura de autoajuda: livros sobre como lidar com pessoas que lêem autoajuda.

Leitura pra toda a vida: a vida.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Ainda bem que consegui definir.

A escrita é uma kryptonita que atrai.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Meu Deus, Fichte! - II

"Assim, a expressão da liberdade prepara-nos para o exercício ininterrupto e mais intenso da mesma: pela livre submissão dos nossos preconceitos e das nossas opinições à lei da verdade, aprendemos, antes de mais, a inclinar-nos e a emudecer ante a ideia de uma lei em geral; esta é a primeira a refrear o nosso egoísmo, que a lei moral quer governar."

Meu Deus, Fichte! - I

"Poder pensar livremente é a diferença distintiva entre o entendimento humano e o animal. Também neste último há representações; mas estas sucedem-se necessariamente umas às outras, produzem-se entre si, tal como um movimento numa máquina produz necessariamente outro. A superioridade do homem consiste na oposição activa a este mecanismo cego da associação de ideias em que o espírito se comporta apenas passivamente; em conferir, pela sua prórpria força, segundo o seu livre arbítrio, uma determinada direcção à sequencia das suas ideias; e quanto mais alguém afirma esta superioridade tanto mais homem é. A faculdade pela qual o homem é capaz desta superioridade é justamente aquela graças à qual ele livremente quer; a expressão da liberdade no pensar, tal como a sua expressão no querer, é uma componente íntima da sua personalidade; é a condição necessária sob a qual apenas pode dizer: eu sou, sou um ser autônomo. Esta expressão, tanto como aquela, grarante-lhe a sua relação com o mundo espíritual e estabelece-o em consonância com ele; pois, no reino invisível de Deus, dominará não só a unanimidade no querer, mas também no pensar."